Como usar o site????

Coluna da direita:
Vá direto ao ponto: nesta sessão você vê todas as postagens divididas por categorias.
Abaixo se encontram os EBOOKS de fisioterapia, Ebooks são livros e materiais para download.
Arquivos em .rar alguns arquivos se encontram compactados em rar, para abri-los basta baixar o programa winrar procure no google. Para finalizar há alguns sites que exigem um tempo entre cada download, para não ficar esperando basta desconectar e conectar a internet ou reiniciar o computador.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Video Aula de dissecação humana


Para nossos queridos caloros que virão a sofrer nas aulas de anatomia deixo a disposição uma super hiper mega power plus estreme ajuda...Não pode ir o tempo todo ao anatômico? Formol não é seu perfume favorito? A solução é estudar em casa com ajuda da titia tecnologia. Video Aulas de dissecação humana.

Pele e tecido subcutâneo.

Músculos posteriores-vertebras-Coluna Espinal-meningues.

Cavidade peritoneal - Região mesentério inguinal.
Trato Gastrointestinal - Orgão Abdominais - sangue.

Anatomia abdominal - Urogenital e diafragma.

Pélvis.

Conteúdo do Cranio - cérebro.

Mão - Antebraço.

Perna - pé.

Tem mais videos em breve postarei.

Downloads

E é com grande honra que declaro aberta a temporada de downloads no blog. Devo lembrar que todo material é encontrado na internet e não me responsabilizo por nada que conste nos materiais, caso não concorde ou não goste em algo reclao ao autor. Segue abaixo a lista de livros: para baixar algum dos materiais acesse o link: ConcursoFisioterapia.

VENTILAÇÃO MECÂNICA
Associação entre índice de ventilação e tempo de ventilação em bronquiolite
Ventilação mecanica no DPOC
Falha na extubação de crianças em ventilação mecânica
Novas estratégias de ventilação mecânica SARA
Tipos de ventilação mecânica
Ventilação Mecânica
Ventilação mecânica no trauma
Ventilação mecânica em pediatria
Ventilação mecânica em pediatria II
Ventilação mecânica domiciliar
Ventilação mecânica em neurologia
Ventilação Não-Invasiva
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ANATOMIA
Atlas de anatomia de bolso
Anatomia dos músculos
Anatomia sistema circulatório
Anatomia sistema digestivo
Anatomia palpatória - osteopatia
Anatomia ossos e artic. MMSS
Anatomia do sistema nervoso central
Anatomia cariovascular
Dicionário de anatomia
Apostila de anatomia
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CARDIOLOGIA
Conceito de pré e pós-carga
Fisioterapia em cardiologia
Mini manual de cardiologia
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PNEUMOLOGIA
Laboratório de pneumologia
Tratamento em fisioterapia respiratória
Fisioterapia respiratória
Fisiologia pulmonar
Mecânica respiratória após aspiração
Intubação
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REUMATOLOGIA

Mini manual de reumatologia
Fisioterapia em reumatologia
Reumatologia pediátrica
Fisioterapia na osteoartrose do joelho I
Fisioterapia na osteoartrose do joelho II
Fibromialgia
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GERIATRIA

Merck Geriatria
Geriatria e demências
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CINESIOTERAPIA

Apostila de cinesioterapia
Exercícios com bola
Alongamento e flexibilidade
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CINESIOLOGIA
Cinesiologia
Cinesiologia do ombro e biomecânica
Cinesiologia da coluna lombar
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ORTOPEDIA

Deslocamento patelar
Fisioterapia em traumatologia
Desvios da coluna - José Knoplich
Joelho, perna e pé
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NEUROLOGIA

Fisioterapia na paralisia cerebral
Fisioterapia no TRM -treino funcional
Fisioterapia no AVE agudo
Fisioterapia nas lesões do plexo braquial
Fisioterapia em Parkinson
Fisioterapia na lesão nervosa periférica completa
Fisioterapia na disfunção cerebelar
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PEDIATRIA
Desenvolvimento psicomotor da criança
Shantala
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GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Urgências maternas
Manual de clínica ginecológica
Manual da clínica obstétrica
Ginecologia
Condutas em obstetrícia
***
DIVERSOS
Abordagem da fisioterapia na terceira idade
Anatomia palpatória
Fisioterapia proprioceptiva
Fisioterapia em queimados
Como fazer bandagens
Fisioterapia nas doença ocupacionais
Eletroterapia baseada em evidências
Fisioterapia em oncologia

Fontes:ConcursoFisioterapia.

Reflexos no Recém-nascido - Videos of Clinical Pediatrics.

Identificar e avaliar os reflexos no recém-nascido é um dos momentos mais importantes no exame físico do mesmo.

Esses vídeos dão uma noção de como devem ser avaliados alguns desses reflexos, além disso, outros vídeos mostram circunferência cefálica, reflexo patelar, tônus muscular normal e hipotonia em um RN.
Ao todo são 22 vídeos e estão em uma pasta compactada. Use o winrar ou winzip ficadica.

Baixe aqui..

Fonte: turmadafisio.

Cuidado com as mochilas escolares.

Direto do Blog fisioterapiahumberto.blogspot.com/ um super post sobre o uso de mochilas escolares.

De segunda a sexta, milhares de crianças e adolescentes saem de casa levando seu material escolar nas mochilas. Quanto a isso não restam dúvidas. Porém, em algumas situações, elas podem representar um risco a saúde dos estudantes.

Existe uma preocupação crescente por parte dos pediatras, fisioterapeutas e principalmente dos pais com relação ao aumento no número de crianças em idade escolar com queixas de dores na coluna vertebral, no pescoço e nos ombros. Estes sintomas têm sido atribuídos ao fato de se carregar peso demais nas mochilas, além do desconhecimento das orientações básicas quanto ao uso correto das mochilas.
Todos os fisioterapeutas, mesmo aqueles que não trabalham com pediatria, tem noção de que o excesso de carga nas mochilas pode resultar em dor e desvios posturais, principalmente durante a fase de crescimento. Este é um assunto recorrente na mídia, principalmente no início de mais um ano letivo.
Se você é fisioterapeuta imagine que de repente você tenha sido convidado, ou convidada, para uma entrevista ao vivo em um telejornal. Você seria capaz de informar corretamente as orientações básicas quanto ao uso correto das mochilas?
Pois bem, a postagem de hoje é mais um serviço de utilidade pública oferecido pelo Guia do Fisioterapeuta. E se por acaso, você vier a dar alguma entrevista sobre mochilas, não se esqueça de mencionar o meu blog. Afinal de contas, propaganda grátis nunca é demais.

Algumas Regras Básicas
Pois bem, não é só o peso que pode trazer problemas posturais. Alguns estudantes ajustam a mochila muito baixo, na altura dos glúteos, outros as carregam só de um lado, isso sem contar aqueles que carregam peso demais (considerando o seu tamanho e força). Então vamos analisar um por um os erros mais comuns.


Não carregue a mochila de lado, apoiada em apenas um dos ombros
Carregar a mochila só de um lado faz com que boa parte do peso do corpo e da mochila sejam transferidos para um só lado do corpo. Quando se carrega uma mochila pesada sobre apenas um dos ombro, a criança tende a inclinar o corpo para o outro lado na tentativa de compensar o peso extra.
Os músculos do lado que carrega o peso podem vir a desenvolver espasmos. Além disso, o ombro também sofre pois precisa suportar sozinho a pressão para baixo aplicada pela alça da mochila. Esta sobrecarga assimétrica também tem efeitos sobre o quadril joelho e tornozelos do lado em que está a mochila.
Na figura abaixo, pode-se ver o desvio na coluna e a sobrecarga sobre o ombro e o quadril que acontece quando se carrega uma mochila sobre apenas um dos lados.

Fonte: http://onsitewellnesscheck.com/page5/page5.html

Atenção às alças da mochila.
As mochilas possuem um sistema de ajuste do tamanho das alças. Estas devem obviamente ser simétricas (com o mesmo comprimento) e reguladas de forma que a base da mochila fique na linha da cintura, ou pouco abaixo dela. Alças muito frouxas fazem com que a mochila seja carregada muito baixa, na altura dos glúteos, o que favorece uma postura inclinada para frente, como na figura abaixo.

Além disso, ao escolher uma mochila, dê preferência aquelas com alças largas e acolchoadas, pois distribuem o peso da mochila por uma área maior dos ombros, o que além de torná-las mais confortáveis também minimiza uma eventual sobrecarga sobre os ombros.

É importante lembrar qu o fato de se inclinar para a frente carregando uma mochila pesada, faz com que a criança "enrole os ombros para a frente". Alças na altura do peito e abdômen são bastante úteis também, mas não são comuns em mochilas infantis... mas pra ser sincero, são pouco práticas para o dia a dia, eu mesmo uso uma mochila que tem estas alças, mas só as usei uma vez, quando resolvi fazer uma caminhada e precisei carregar mantimentos.

Mochila pesada
Este é o cuidado mais famoso e que todo mundo lembra (justamente por isso deixei este item por último). Especialistas recomendam que uma criança não deve carregar mais do que 10% do peso corporal em uma mochila. Isso me parece razoável. Para muitas crianças ir pra escola já é um saco. Imagine ainda ter de carregar a casa nas costas, ou você acha que a menina da foto abaixo parece feliz em ir pra escola?

RESUMO DA ÓPERA
Todo mundo sabe que carregar uma mochila pesada é péssimo para a postura, se considerarmos crianças em fase de crescimento, a coisa fica mais dramática ainda.
Pra finalizar deixo uma imagem modificada do site da Associação de Fisioterapia Norte Americana, com o certo e o errado em relação as mochilas escolares.

Postado por Humberto Neto
Fonte: FisioterapiaHumberto.

Então é isso gente foi um otimo post, o cara ta de parabêns.

Cinesioterapia Respiratoria


"E esta escrito não só de profilaxia respiratória vivera os pacientes pneumológicos."
Estes exercícios podem ser realizados por profissionais e por leigos. Melhoram a função pulmonar, reduzem as complicações dos resfriados e deixam os músculos e pulmões prontos para enfrentarem "desafios".Alguns exercícios auxiliam na reexpansão pulmonar, outros podem ser utilizados para o treino e auxílio na tosse e é claro é um ótimo recurso para evitar a imobilização.

De pé:



Sentado:


Deitado:





Fonte: http://concursoefisioterapia.blogspot.com

A usar esses exercícios em pediatria é muito interessante basta você libertar seu Peter Pan interior, ficadica.

Simulador de eletrocardiograma.


A Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de São Paulo, orgulhosamente apresenta "Eletrocardiograma" um simulador instrutivo de eletrocardiograma com direito a revisão de fisiologia (aplausos), fisiopatologia (aplausos em posição ortostática) e muitas outras novidades( gritos frenéticos).



Acesse o link: Aqui.

Prognóstico em Fisioterapia é possível?


Um grande problema que enfrentamos dentro da Fisioterapia moderna é o estabelecimento de um prognóstico claro e real. Dizer para o paciente até onde ele pode ir e quanto tempo isso vai durar não é nada fácil.



Primeiro: Estamos estudando e avaliando bem?

Além de todo componente neuromuscular envolvido no processo, esquecemos os aspectos cardiovasculares, metabólicos, as parasitoses, e dificilmente visitamos a casa do paciente, ou ao menos colhemos uma boa história, identificando suas reais necessidades.



Aquela história de conhecer um paciente como um todo é seria! Quantos hipertensos reencaminhamos para uma avaliação medicamentosa? Qual foi o íltimo hemograma que o seu paciente fez? Dosagem de eletrólitos? Parazitológico de fezes? Sumário de urina?

Esses, entre outros componentes são fundamentais para entendermos o funcionamento orgânico sistêmico, não é ficar só alongando não!!!


Só assim poderemos progredir bem...


Pense em seu João, um senhor de 72 anos que fez um AVE-I... (até agora não falei nada...). Temos que saber mais, muito mais...

Quem é seu João, onde ele mora, quem cuida dele, o que ele gosta de fazer. Se ele não mora na cidade, ou seu bairro é distante, isso pode complicar. Se não tem ninguém para funcionar como um cuidador, certamente não poderemos prescrever o tratamento e isso também não é bom. Caso ele goste de futebol, caminhão, fazenda, mulheres, wisk, religião, cozinhar, ou qualquer outra coisa, estes aspectos farão parte da terapia, serão assuntos que vamos desenvolver ou até mesmo utilizá-los na prática.

Além do AVE, tem algum outro comprometimento: Hematológico, nutricional, metabólico, ortopédico, cardiovascular... Um déficit vitamínico, sódio e potássio alterado, anemia, débito cardíaco insatisfatório, ou satisfatório as custas de grande sobrecarga, uma bursite, tendinite, também serão diferenciais dentro do nosso raciocínio funcional e de estabelecimento de um bom prognóstico.


Uma máxima – Quanto mais problemas, mais difícil de recuperar. E isso tem que ser colocado na balança e compartilhado com a família!!!!!!!!!!!!!!!


Quais medicamentos ele esta utilizando, os antihipertensivos podem deixar os paciente letárgicos, por exemplo.


Segundo: Tratar o que?


Temos que identificar os principais déficts funcionais e elencá-los em ordem de prioridade e inter-relação com a função que pretendemos trabalhar, além de cuidarmos para que não se instalem deficiências secundárias.

Por exemplo, Seu João fez uma hemiplegia flácida direita. Já começamos a identificar melhor nosso paciente, mais ainda é pouco. Somo essa informação neuro-muscular com os aspectos mencionados acima, e pergunto para ele (obviamente se ele for capaz de entender, caso contrario, à família). - “Seu João, o que mais te incomoda neste momento”. – “Eu queria andar, só fico aqui preso nessa cama!”.


Pronto, agora é fácil, vou colocar o Sr. para andar dentro de 6 meses e cinco dias! Não, estava apenas brincando!!!


Conhecemos melhor o nosso paciente e vamos avaliá-lo dentro da sua necessidade (deambulação). Lembrem-se que ele poderia ter dito que o que mais incomoda era a dor no ombro, uma coceira, a mão que não mexe, a fralda apertada, ou até mesmo a mulher dele que fica enxendo o saco para ele tomar os remédios. Mais coloquei uma situação mais trivial.

Então ele quer andar, vamos avaliar sua capacidade de transferência, ele rola, ele senta, consegue ficar em pé a partir de sentado, se mantem em pé. E vou procurando essas respostas e qual o nível de assistência que ele necessita.


Ai começo a explicar, veja só, para o senhor andar, primeiro é preciso sentar sozinho, e veja só, não estás sendo capaz nem de virar na cama.

Então, nesse primeiro momento não temos que nos preocupar com andar, vamos ter que reaprender a virar na cama, esse músculo aqui vai ter que voltar a funcionar.... Vamos treinar isso, depois vamos treinar para sentar e quando o senhor e SE o Sr voltar a consegui ficar em pé vamos discutir mais sobre sua vontade de andar.

Terceiro: Tratrar como?

Outro ponto dentro dessa discussão é a dualidade recuperação x adaptação que persegue um bom profissional, e está entre os grandes questionamentos dos pacientes e familiares.

Veja que coloquei um SE bem pertinente dentro do diálogo. Isso pois ainda não temos literatura precisa para apontarmos se este ou aquele paciente vai andar novamente, temos suspeitas apartir de uma experiência clínica, mais que ainda não saíram do senso comum e ganharam um tratamento metodológico adequado.

Assim levantei a necessidade do paciente, ser capaz de rolar! È possível recuperar isso, as vezes não, ou quando está demorando muito temos que adaptar. O que é demorar muito Rodrigo? Não envolve uma questão cronológica, é maior do que isso, envolve o grau de interação, satisfação do paciente com a terapia, caso percebamos desinteresse, irritabilidade, temos que adaptar. Principalmente lesões encefálicas extensas e em pacientes que acumulam co-morbidades.

Trabalhando na recuperação e/ou adaptação do paciente, nós fisioterapeutas teimamos em seguir uma corrente filosófica de tratamento. Ainda não temos base científica para dizer essa é melhor do que aquela. E ai fica mais uma interrogação, como eu trato?


Diversos paradigmas foram e vem sendo quebrados dentro da fisioterapia moderna, a neuroterapêutica sobressaindo frente à simples reeducação muscular (repetição, repetição, repetição...), controle motor sob a facilitação... O que temos certeza dentro da neurologia, é que temos que trabalhar mais próximo do padrão motor normal, porém dentro das atividades funcionais e de vida diária, sendo individualizadas para cada paciente. Será que não seria melhor indicar seu João para uma prática dentro da equoterapia já que ele gostava muito de cavalos?

Esses temas estão ficando cada vez mais relevantes dentro da fisioterapia, nada de colocar apenas pesinhos, reflexos de estiramento, olha sua mão seu João... Isso está ultrapassado, a abordagem deve ser orientada para a atividade ou não terás resultado.

Já venho falando isso nos cursos, palestras e em alguns posts, precisamos diagnosticar para tratarmos melhor, e,. somente assim, sermos capazes de estabelecer um prognóstico mais preciso.

Acabou o conceito de 10 sessões em fisioterapia, desde 63 não somos mais técnicos e desde 69, somos profissionais autônomos de nível superior e que temos a obrigação de pensar.


A brevidade terapêutica, enfatizando a eficiência e dentro de uma terapêutica mais intensiva são parte de discussões que devemos travar. Os resultados estão demorando a aparecer? O paciente quer saber: - Vou melhorar mesmo? Quando?

Finalizando:

A diversidade de graus de liberdade: Um problema ou uma solução?

Somos capazes de executar uma mesmo movimento de diferentes maneiras, usando complexos osteo-mioarticulares dos mais diversos. Quanto lesamos o Sistema Nervoso esse controle fica meio complicados e tudo pode desaparecer ou mesmo aparecer tudo de uma vez só, flexão, extensão, pronação, supinação, recrutados aleatoriamente, sem coordenação.

Coordenação motora – processo de controle dos graus de liberdade redundantes de um segmento em movimento, convertendo-o num sistema controlável.

Buscamos o rolar pois identificamos como um componente importante para o processo de reabilitação de seu João. Escolhemos a melhor forma de fazer isso, ele já consegue, mais não do jeito que nós queremos, usa de artifícios outros que fogem ao padrão motor normal (adaptação), seja com muito mais tríceps que com abdominal, impulsos com o glúteo contralateral, puxando a cabeceira da cama com seu membro bom. E ai, deixar ou não deixar!!!????'''''Hummm....

Eu permito, desde que o gasto de energia não seja tão absusdo, entretando ele não vai sentar bem e nem andar perfeitamente.... isso talvez tenha duas ou três semanas de atendimento.

Ai o meu prognóstico está quase fechado, Seu João, estamos evoluindo, as pessoas não precisam mais puxar o senhor para virar na cama, agora vamos treinar para que sente sozinho, talvez nas próximas 3 semanas o senhor já estará conseguindo isso, daí vamos partir para o treino de levantar e sentar, que é uma etapa complexa, envolve muitos músculos, acredito que dentro de mais um mês já conseguiremos dar alguns passinhos, provavelmente com auxílio de alguma órtese.

Acho que é possível dar um prognóstico desde que saibamos onde queremos chegar!

Rodrigo Queiroz

Saibam mais em:

CARR, Janet H; SHEPHERD, Roberta B. Ciência do movimento: fundamentos para a fisioterapia na reabilitação. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2003.

Cicerone KD, Dahlberg C, Malec JF, Langenbahn DM, Felicetti T, Kneipp S, et al. Evidence-based cognitive rehabilitation: updated re­view of the literature from 1998 through 2002. Arch Phys Med Rehabil 2005;86:1681-92.

Cauraugh JH, Summers JJ. Neural plasticity and bilateral move­ments: A rehabilitation approach for chronic stroke. Prog Neurobiol 2005;75:309-20.

Mark VW, Taub E, Morris DM. Neuroplasticity and constraint-in­duced movement therapy. Eura Medicophys 2006;42:269-84.

FONTE: http://mobilidadefuncional.blogspot.com/ Postado por RODRIGO QUEIROZ